terça-feira, 15 de maio de 2012

Marisa Monte - Infinito Paricular

Eis o melhor e o pior de mim
O meu termômetro, o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui, eu não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, tá na cara, sou porta bandeira de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante

Vem, cara, se declara
O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara
É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo
A água é potável
Daqui você pode beber
não se perca ao entrar
No meu infinito particular

domingo, 13 de maio de 2012

sábado, 12 de maio de 2012

Ser mãe é...


Olho algumas fotos antigas, e vejo como minha vida era sem nexo quando não o tinha nela. É irradiante pensar que ele não estava naquelas fotos pelo "simples" fato de ainda não existir, e mais irradiante ainda é pensar que eu ajudei a gera-lo. Que eu doei meu ser inteiro, de corpo à alma, para faze-lo nascer. Lembro-me bem da primeira vez que o vi por ultrasonografia, ele estava de costas, deitadinho, e mexia tanto... agora o vejo aqui forte nos meus braços. Tenho o visto crescer, acompanhado seu desenvolvimento, me alegrado com seus sorrisos sem motivos, seu esforço para tentar ficar de pé,seus gritos que mais parecem sirenes de tão longos e altos, seus olhos que sem precisar que ele fale, me dizem todas as manhãs: "Bom dia mãe!". Fico boba todos os dias ao me convencer que valeu muito passar por tudo. Valeu enfrentar o mundo, as queixas e os olhares de julgamento. Ser mãe sem ter casado foi complexo, e enfrentar a criação do meu filho sendo mãe solteira, é, e sei que continuará sendo muito dificil. Ao contrário do que muitas mulheres pensam no alge da paixão pelos filhos, eu sou realista e posso dizer sem medo dos contrários, que ser mãe é dureza demais! É  abrir mão de muitos sonhos. É abrir mão de querer ser menina, para sem nenhum longo espaço de tempo passar a ser mulher madura. É sacrificar sono, saídas, festas... É abrir mão da própria vida, para ser e viver para outro. Mas a realidade é que basta um sorriso do meu filho, e toda frustação de não poder ter de volta a liberdade que eu tinha, vai embora. Ontem não pensava assim,e talvez amanhã também pense diferente, mas hoje eu digo que ser mãe é ser em carne e sangue, em razão e emoção, AMOR. Simplismente porque amar é perder a si para ganhar no outro. É deixar de ser o que somos (muitas vezes) para ser para o outro algo melhor. Ser mãe é viver intensamente os apegos e desapegos da vida. Miguel Silva Araujo, eu amo você e por você darei até a ultima gota de amor que existir em mim!

FELIZ DIA DAS MÃES PARA NÓS!

quinta-feira, 10 de maio de 2012

É preciso desistir algumas vezes.

O sofrimento de muita gente está em ficar tentando algo que já não muda. Talvez seja medo de desistir, ou apego, ou costume... ou talvez seja amor mesmo. Só que persistir em algo que já não deu certo, ou não está dando certo, é algo que só da dor de cabeça, e só traz decepções. Ser corajoso, no meu ver, em certos assuntos não consiste em tentar até dar certo, mas desistir mesmo quando o coração ainda não está pronto para desistir. Existem pessoas que por medo de simplismente ficarem sozinhas, perduram em um relacionamento qua não dá certo. Deixam até de abrirem os sentimentos para pessoas que poderiam faze-las felizes, por mero costume de viver um relacionamento desgastante. Mais proveitoso seria (não para embarcar em outro relacionamento somente mas para ser feliz mesmo), abrir mão de meses ou anos para tentar uma vida mais leve, mais colorida. Ninguém merece viver sofrendo por costume, nem por amor. Pensar que amor para ser amor, é preciso que doa, não quer dizer que para amar é preciso viver numa dor intensa e eterna. NÃO.
Se perder um amor... não se perca!
Se o achar... segure-o!
Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala.
O mais... é nada.
Fernando Pessoa

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Miguel


mamãe passa açúcar em mim (; hahaha

PAI

Todos os dias eu escuto dele uma palavra, ou uma frase que me valhem muito. Sempre me ensina, ou me levanta, ou me sustenta... sempre. Quando ele me fala algo que me desanima, uso aquilo como uma forma de erguer a cabeça mais uma vez. É sempre assim, um afeto, ou amor que só me faz bem. Poder dizer: "Pai!" me reanima o sorriso, quando vejo o quão valiosa é essa palavra. Obrigado Deus por ter o sangue de um homem assim.

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"Não esqueço nunca. Mas há poucas coisas de que eu me lembre."

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